Sou a favor da inserção de servidores militares (soldados) temporários no CBMAC, para "salvar a previdência", por exemplo, mas desde que paralelamente a isso tenhamos uma ampla mudança no establishment, como por exemplo, governadores temporários, por meio de concursos públicos; secretários de segurança pública temporários, por meio de concursos públicos; coronéis temporários, por meio de concursos públicos; tenentes-coronéis temporários, por meio de concursos públicos; majores temporários por meio de concursos públicos; capitães temporários por meio de concursos públicos; tenentes temporários, por meio de concursos públicos. Além disso, que os soldados temporários ganhem o mesmo salário que os efetivos e que tenham no mínimo dezoito e no máximo vinte anos de idade ao ingressarem na instituição e que sejam todos postos nas escalas de combatentes e jamais em setores administrativos; que eles sejam imediatamente expulsos da corporação ao serem punidos por mais de duas vezes por qualquer punição militar existente atualmente. Por fim, que os governantes reduzam a zero os gastos sem retorno para a sociedade que contribui, como por exemplo os gastos com propaganda.
Grande Thiago! Cirúrgico como sempre. Sua análise toca na ferida que muita gente prefere fingir que não vê: a proporcionalidade do sacrifício.
Você foi no ponto central, meu irmão: se a ideia é "salvar a previdência" e buscar eficiência máxima, por que o ajuste só recai no lombo de quem está na ponta, no sol e na fumaça? Sua provocação sobre o "establishment" temporário é o xeque-mate: se o modelo é tão maravilhoso e econômico, por que não aplicá-lo à cúpula dos Poderes e aos altos cargos que realmente pesam no orçamento?
É fácil falar em sustentabilidade fiscal quando se está sentado em cargos vitalícios com salários no teto. Enquanto o "remédio" for só para o soldado, não é gestão, é injustiça. Valeu por trazer essa dose de realidade pro fórum e mostrar que a gente não engole esse discurso de "sacrifício" que nunca chega no andar de cima. Shalon!
Você foi no ponto central, meu irmão: se a ideia é "salvar a previdência" e buscar eficiência máxima, por que o ajuste só recai no lombo de quem está na ponta, no sol e na fumaça? Sua provocação sobre o "establishment" temporário é o xeque-mate: se o modelo é tão maravilhoso e econômico, por que não aplicá-lo à cúpula dos Poderes e aos altos cargos que realmente pesam no orçamento?
É fácil falar em sustentabilidade fiscal quando se está sentado em cargos vitalícios com salários no teto. Enquanto o "remédio" for só para o soldado, não é gestão, é injustiça. Valeu por trazer essa dose de realidade pro fórum e mostrar que a gente não engole esse discurso de "sacrifício" que nunca chega no andar de cima. Shalon!