Pontos positivos (para o CBMAC)
Reposição rápida de efetivo
Permite suprir déficit de militares de forma mais ágil que concurso público.
Redução de custos a longo prazo
Como não há estabilidade nem carreira permanente, diminui encargos previdenciários futuros.
Flexibilidade administrativa
Pode ajustar o número de temporários conforme necessidade operacional (enchentes, incêndios florestais, etc.).
Aproveitamento de profissionais especializados
Possibilita incorporar temporariamente médicos, enfermeiros, engenheiros e técnicos.
Renovação constante de pessoal
Traz energia e atualização técnica frequente ao efetivo.
Pontos negativos (para o CBMAC)
Alta rotatividade
Como o contrato é temporário, há perda de profissionais já treinados após alguns anos.
Menor experiência acumulada
Militares temporários podem não atingir o mesmo nível de maturidade operacional que os de carreira.
Investimento em formação com retorno limitado
O Estado investe em treinamento, mas o profissional pode sair após o término do contrato.
Possível impacto na coesão da tropa
Diferença entre temporários e efetivos pode gerar distinções internas.
Limitações legais
Temporários não podem ocupar certos cargos de comando ou funções estratégicas.
Para o CBMAC, o modelo de temporários é ótimo para reforço operacional e economia administrativa, mas não substitui a necessidade de militares de carreira, que garantem continuidade institucional e liderança.