A questão do militar temporário deve ser analisada com cautela. Pode ser uma ferramenta útil para reforçar o efetivo em situações pontuais, como vacâncias, afastamentos ou aumento de demanda operacional, trazendo maior flexibilidade à gestão.
Porém, pode fragilizar a carreira caso seja utilizado como substituição permanente de concursos públicos ou para suprir déficit estrutural. Isso pode impactar a valorização do efetivo de carreira, a progressão funcional e até a cultura institucional.
Entendo que o modelo fortalece a instituição se for complementar e bem planejado. Contudo, fragiliza a carreira militar estadual se for adotado como solução permanente para falta de efetivo.