Bombeiro Temporario será um tema de grande debate até a aprovação da lei que ira regulamentar a LOB no Estado do Acre.
Por um lado, alguns militares mais céticos temem perder força tanto para lutar por melhorias na carreira, quanto a um possivel ataque a direitos conquistados com muita luta. Outro ponto de grande preocupação é o medo de estar criando um "Mostro", no qual seria o Bombeiro Civil, e com isso perder espaço e tendo que disputar recursos e verbas.
Por outro lado para o Estado seria uma saida mais barata, por um soldado temporário ganhando menos que um efetivo, e sem ter os mesmos encargos previdenciários, com isso conseguiria suprir mais facilmente déficit de efetivo, assim conseguindo atender novos municípios que hoje não conta com atendimento dos Bombeiros.
No meu ponto de vista isso é um tema inevitável, inclusive pela sua previsão na LOB federal, e que a corporação tem que aproveitar o momento para ditar as regras por iniciativa própria, podendo assim determinar as regras com travas e resalvas para proteger os interesses da corporação sem interferências externas de terceiros com interesses próprios. Algumas que podem ser criadas seria editar limite de efetivo temporário, como por exemplo 30% do quadro atual de militares na ativa, assim impedindo um possível abandono de novos concursos para efetivo em detrimento de temporários, determinar limites de atuação que poderam atuar após o vencimento do contrato temporário, pois será inevitável uma nova tentativa de criação do Bombeiro Civil por esse temporários após sair do CBMAC.
No entanto também existe pontos possitivo que isso pode acarretar, como por exemplo uma maior facilidade e conseguir valorização na carreira, pois mesmo aumentando o efetivo e criando novas unidades, o impacto financeiro de um possível aumento não cresceria na mesma proporção, tambem seria positivo pela redução da sobrecarga de serviços nas alas de serviçõs, principalmentes em épocas de cheias e nas queimadas.